Dia do Palhaço
O ditado "Rir é o melhor remédio" é hoje considerado verdadeiro pelos cientistas, que afirmam com seriedade que o riso traz benefícios ao ser humano.
Em todos os tempos, a pessoa que provocava o riso na população teve destaque na história.
Na Idade Média, o rei e sua corte divertiam-se com o bobo, figura indispensável nas festas. O bobo da corte usava roupas de cores berrantes e um chapéu colorido, cheio de pontas e de guizos. À guiza de cetro, segurava uma vara também cheia de guizos. Ele a brandia contra aqueles que dele riam e zombava de todos com suas momices, dizendo verdade que ninguém tinha coragem de expressar. Adorado pelo povo e respeitado pelos fidalgos e pelo rei, o bobo da corte tinha livre trânsito em todos os lugares. Era sempre o centro das atenções ao dar saltos, contar anedotas, cantar ou declamar versos de grandes autores.
O palhaço moderno, uma versão do bobo da corte da Idade Média, surgiu na Inglaterra no século XVIII. Para alguns pesquisadores, ele surgiu das brincadeiras zombeteiras feitas sobre os camponeses ingleses, que iam à cidade com roupas muito coloridas. Para outros, um dos primeiros palhaços talvez tenha sido um bêbado de nariz avermelhado e roupas largas, que trabalhava num circo dirigido por um oficial inglês da Cavalaria Britânica. Deu tantos tropeções, que atraiu a atenção do público e do dono do circo, que o contratou para as apresentações.
Ser palhaço exige técnica: a técnica de fazer rir, pois o palhaço é a alegria personificada. Por isso, os palhaços se vestem de forma excêntrica: calças largas, sapatos enormes, chapéus grotescos, cabeleiras coloridas, camisa ou paletó extravagante, mas com um detalhe imprescindível: o nariz vermelho.

No Brasil, a terapia do riso tem nomes famosos como os dos queridos e inesquecíveis palhaços Piolin, Arrelia, Carequinha, Fuzarca, Pimentinha, Torresmo, Pururuca, Picolino, entre outros.
Os bordões "Como vai? Como vai? Como vai? Como vai? Como vai, vai, vai?", "Eu vou bem, eu vou bem, eu vou bem! Muito bem, muito bem, bem, bem!", de Arrelia, e "Tá certo ou não tá?", de Carequinha, sempre estarão presentes na lembrança de todos aqueles que se divertiram com as pantomimas desses dois maravilhosos palhaços que fizeram sucesso nos circos e na TV do Brasil.
Hoje, há escolas que ensinam a técnica de fazer rir - como o Circo-escola Picadeiro, fundado pelo palhaço Picolino , bem como legislação que dispõe sobre a profissão de palhaço (lei no 6.533, de 24/5/78, e decreto 82.385, de 5/10/1978, assinados pelo presidente Ernesto Geisel).
Veja Também!
Outras Datas Comemorativas
Fonte: Paulinas
Referência: Datas comemorativas: cívicas e históricas
Em todos os tempos, a pessoa que provocava o riso na população teve destaque na história.
Na Idade Média, o rei e sua corte divertiam-se com o bobo, figura indispensável nas festas. O bobo da corte usava roupas de cores berrantes e um chapéu colorido, cheio de pontas e de guizos. À guiza de cetro, segurava uma vara também cheia de guizos. Ele a brandia contra aqueles que dele riam e zombava de todos com suas momices, dizendo verdade que ninguém tinha coragem de expressar. Adorado pelo povo e respeitado pelos fidalgos e pelo rei, o bobo da corte tinha livre trânsito em todos os lugares. Era sempre o centro das atenções ao dar saltos, contar anedotas, cantar ou declamar versos de grandes autores.O palhaço moderno, uma versão do bobo da corte da Idade Média, surgiu na Inglaterra no século XVIII. Para alguns pesquisadores, ele surgiu das brincadeiras zombeteiras feitas sobre os camponeses ingleses, que iam à cidade com roupas muito coloridas. Para outros, um dos primeiros palhaços talvez tenha sido um bêbado de nariz avermelhado e roupas largas, que trabalhava num circo dirigido por um oficial inglês da Cavalaria Britânica. Deu tantos tropeções, que atraiu a atenção do público e do dono do circo, que o contratou para as apresentações.
Ser palhaço exige técnica: a técnica de fazer rir, pois o palhaço é a alegria personificada. Por isso, os palhaços se vestem de forma excêntrica: calças largas, sapatos enormes, chapéus grotescos, cabeleiras coloridas, camisa ou paletó extravagante, mas com um detalhe imprescindível: o nariz vermelho.

No Brasil, a terapia do riso tem nomes famosos como os dos queridos e inesquecíveis palhaços Piolin, Arrelia, Carequinha, Fuzarca, Pimentinha, Torresmo, Pururuca, Picolino, entre outros.
Os bordões "Como vai? Como vai? Como vai? Como vai? Como vai, vai, vai?", "Eu vou bem, eu vou bem, eu vou bem! Muito bem, muito bem, bem, bem!", de Arrelia, e "Tá certo ou não tá?", de Carequinha, sempre estarão presentes na lembrança de todos aqueles que se divertiram com as pantomimas desses dois maravilhosos palhaços que fizeram sucesso nos circos e na TV do Brasil.
Hoje, há escolas que ensinam a técnica de fazer rir - como o Circo-escola Picadeiro, fundado pelo palhaço Picolino , bem como legislação que dispõe sobre a profissão de palhaço (lei no 6.533, de 24/5/78, e decreto 82.385, de 5/10/1978, assinados pelo presidente Ernesto Geisel).
Outras Datas Comemorativas
Fonte: Paulinas
Referência: Datas comemorativas: cívicas e históricas


















































































































2 Comentários aqui
Quantas alegrias, quantos sorrisos. Estes profissionais maravilhosos, que esquecem seus problemas para fazer uma criança ou adulto sorrir.
Parabéns Renato, pelo post.
Meu ídolo era o Carequinha, é que ja tenho, vamos dizer, uma boa experiência de vida.
Abraço.
é realmente rir é o melhor remedio,adorei o seu post
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Que o Amor de Deus esteja sempre presente no coração do Mundo!
Agradeço a sua visita, participação e comentário!
Volte Sempre! Luz + Paz!
Renato HappyBlue